Suaves vozes de aplainar o áspero.
Nos planos das pedras, as paisagens.
As vistas das vozes benévolas, pairantes
nos binóculos, prismas do meu pai.
As adjacências das lentes, mentes.
Corpos nos planos das pedras bonitas.
Os voos das suaves vozes contíguas, águas.
Almas nos halos luminosos do meu pai.
Livres palavras, silêncios azulíneos.
Nos planos dos ventos as viagens aéreas.
Às linhas dos carretéis as pipas se prendem
nas memórias da infância do meu pai.