O chão da casa é branco.
Na cozinha, o tempero giza nas comidas
claras dos meus últimos poemas.
O resto é gema no piso laminado.
O giz na antiguidade do domingo.
O tempo, bastonete feito com carbono,
conduz o chão à chuva, rabisco de umidade.
A fonte se espalha no segredo moderno.
Às vezes no espaço e tragédia surge o Sol.
Em tempo remoto o mau fado vinha da Grécia.
Em outra hora o indefinido é irreconciliável.
De repente o giz se quebra na extensão do ovo.